Gion Festival

Avenidas e ruas são fechadas ao trânsito para que as pessoas possam circular para ver os carros alegóricos que já se encontram prontos para a procissão do dia 17.

Os carros típicos são decorados com lanternas. Homens vestidos com roupas típicas no andar superior ficam sentados no balaústre e de tempos em tempos tocam suas flautas seguindo o ritmo dado pelos tambores. O tom é religioso, nada festivo, sob o meu ponto de vista.

Pelas calçadas, barraquinhas vendem comidas e bebidas. Assim como em nossas quermesses, há também barraquinhas de jogos como o de argolas. A raspadinha com xarope também se faz presente e até mesmo o churrasquinho!

Voluntários e guardas orientam o público. Uma lista para ir, outra para voltar.

A limpeza impressiona. Poucos jogam o lixo nas ruas ou calçadas. Todos levam o lixo para as barracas de o de compraram os produtos. Em alguns pontos, voluntários organizam a coleta seletiva. Ver documentários, reportagens ou relatos é uma coisa. Outra é poder vivenciar e testemunhar tudo isso.

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