Osaka

O sábado foi dedicado a conhecer um pouco de Osaka.

De trem, são apenas 30 minutos da estação de Kyoto.

Mesmo já com alguns dias de experiência, andar pelas estações e achar os lugares de embarque continua sendo um desafio.

Fomos direto ao famoso aquário de Osaka.

Confesso ter saído um pouco decepcionado. A expectativa estava muito alta. De qualquer maneira, o aquário e bem bonito. O tanque principal é profundo e as rampas vão dando volta nele.

Tubarões, arraias e peixes menores nadam tranquilamente (é o que parece….).

O ponto negativo é a superlotação. Corredores abarrotados de turistas chineses que em geral, não se comportam como os japoneses.

Do aquário fomos para a Castelo de Osaka. Visitamos o parque e vimos o castelo por fora. Outra construção grandiosa e imponente.

De lá, fomos para algo mais mundano… Fomos passear nos bairros comerciais. Ruas estreitas, muita gente, muitas lojas, muito barulho.

Vimos um ouço de Osaka de noite. Uma cidade grande e dinâmica.

Mais um dia intenso e com muitas novidades!

Nara

O trem até Nara, saindo de Kyoto é tradicional. Fomos de pé, já que os lugares com assento foram rapidamente ocupados. Em 46 minutos, conforme previsto, chegamos a Nara.

De ônibus, chegamos ao parque, onde visitamos o templo com um enorme Buda.

Neste templo há também um pilar com um orifício que dizem ser das dimensões da Marina do Buda. Quem consegue passar por ele é abençoado com sabedoria e algo mais… (Não deve ser boa memória…). Sofri um bocado, mas passei. O ponto mais problemático foi ouvir o desespero da prima Plácida…

Ainda no parque, visitamos um templo repleto de lá ternas. Milhares, por todos os lados.

Caminhamos por entre as árvores pelos caminhos do parque.

O passeio demorou um pouco mais do que o previsto e mudamos nossos planos para o resto do dia. Aproveitamos que passaríamos por Fushimi Inari e fizemos o passeio que estava previsto para outro dia.

Aqui, as atrações são os milhares de toris, dispostos por trilhas que levam ao cume da montanha.

Não foi uma subida suave, mas vencer um desafio é sempre algo prazeroso.

Exaustos pelo longo dia com mais de 12km de caminhadas, voltamos para Kyoto.

Silêncio

Embora eu não tenha visto quer aviso, alerta ou pedido, todos os visitantes do Hiroshima Peace Memorium Museum guardam um profundo silencio ao longo da exposição. Fotos do próprio dia do ataque e dos dias, semanas e anos subsequentes causam enorme impacto sobre todos. Aquilo que já vimos em inúmeros documentários parece ganhar tons mais realistas, próximos e dolorosos. Impossível realizar está visita obrigatória sem sentir um nó na garganta, um inconformismo com as guerras e o desejo, ainda que utópico, de que isso nunca mais volte a ocorrer.

Este post fica sem ilustração.

Miyajima

A ilha dos Deuses…Chegamos a Miyajima depois de uma breve caminhada do hotel ao ponto onde tomamos o street car, u. Tipi de VLTPor 50minutos, percorremos o trajeto, cortando o que me pareceu os subúrbios da cidade.Depois de experimentar a velocidade do Shinkansen, andar nesse trenzinho causa uma certa impaciência. Mas estamos de férias e não há tanta pressa!Nossa trupe parece esta sentindo as drásticas mudanças alimentares. Bento e okonomiyaki além das ostras causaram um certo desconforto em alguns. Mas isso não impediu que todos participassem do passeio.Para chegar até a ilha, descemos no ponto final do trem e pegamos um ferry boat. Em poucos minutos, chegamos.A semelhança geográfica com São Sebastião e Ilhabela é grande.Visitamos templos xintoístas e budistas. Avistamos o tori, famoso ponto turístico. A maré estava baixa e caminhamos sobre a areia molhada para chegar próximos a ele.Ruas estreitas com construções típicas nos levaram a pontos mais altos de onde pudemos ter uma vista privilegiada de toda a paisagem.Por trilhas caminhamos, passando por pagodes templos. Tivemos a oportunidade de ver um monge oficiando uma cerimônia, tocando o tambor com vigor e ritmo impressionantes.A caminhada deixou a todos bastante cansados. Sem almoço, decidimos tomar o caminho de volta a Hiroshima. Os passeios ao memorial da paz ficam para amanhã.

O Castelo de Himeji

A visita ao Castelo foi no início da tarde, quando o dia começava a esquentar. A caminhada da estação de trem até no castelo deve ter pouco mais de 1km e foi feita com calma. As malas ficaram no locker da estação.

O castelo impressiona por suas dimensões. No interior, apenas aposentos vazios. Escadas íngremes nos levam até o último dos seus andares. Dá para ficar imaginando como era viver dentro desse castelo.

Além do castelo, visitamos um jardim, co Coen. Muito bem cuidado e com área separadas para cada tipo de jardim. Houve até uma pausa para meditação.

O melhor ainda estava por vir…

No caminho de volta a estação, uma chuva torrencial desabou sobre nós. Compramos capas de chuva e seguimos nosso caminho, já que o horário do trem já se aproximava.

Chegamos todos molhados, mas sem qualquer abalo em nossa animação.

Achar os lockers onde estavam as malas teve lá suas dificuldades…

Já na plataforma, vivenciamos algo inédito para todos. Um trem bala passou pela estação a plena velocidade. Literalmente, parecia uma bala. Impossível descrever a sensação!

Agora, já estamos no trem, rumo a a Hiroshima.

Shinkansen

Já estamos a bordo do Shinkansen, Hikari.Muito silencioso e veloz!Serão mais quase 4 horas até Himeji.Ontem de noite, chegamos a Tokyo station já tarde da noite, com lojas fechadas.Saímos pela saída correta da estação e logo chegamos ao hotel. Sai os em seguida para buscar um restaurante ou algo para comer. Kazamas e Hungrias ficaram em um. Nicidass foram buscar outro. Compramos oniguiri e levamos para o hotel.Hoje pela manhã, comemos em um café perto do hotel, e depois, compramos bento no 7elwven.

Longo voo

Estamos a uma hora de Tóquio. Na medida em que nos aproximamos, o tempo parece andar cada vez mais devagar. Cansaço e ansiedade devem ser os responsáveis.

Estamos mais de uma hora atrasados, mas acho que conseguiremos fazer tudo que programamos fazer em Narita. O essencial e trocar o passe de trem.

Ainda temos mais um trecho de 1 hora de trem atriz o hotel.

Meu plano de permanecer acordado não funcionou. Dormi basta te nessa segunda perna. Ainda assim, acho que dormirei bem no hotel.

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